Trabalhos países desenvolvidos 3º anos A B C D....novas datas!!!!!
*****3 A
EUA 01/06
Japão 11/06
Alemanha 15/06
Itália 18/06
França 22/06
Canadá 25/06
Reino Unido 29/06
*****3 B
EUA 06/06
Japão 13/06
Alemanha 15/06
Itália 20/06
França 22/06
Canadá 27/06
Reino Unido 29/06
*****3 C
EUA 12/06
Japão 14/06
Alemanha 19/06
Itália 21/06
França 26/06
Canadá 28/06
Reino Unido 03/07
*****3 D
EUA 01/06
Japão 12/06
Alemanha 15/06
Itália 19/06
França 22/06
Canadá 26/06
Reino Unido 29/06
segunda-feira, 28 de maio de 2012
Questões países desenvolvidos - Atividade 3º A, B, C e D.
01.
Sobre a atual organização industrial dos EUA, é correto afirmar que:
a)
o Nordeste apresentou um sensível declínio do setor industrial e está em franca
decadência econômica.
b)
a região das planícies centrais substituiu as tradicionais atividades agrícolas
pela indústria
c)
as regiões Sul e Oeste formam o “Sun Belt” (cinturão do Sol), que se destaca
pela presença de indústrias de alta tecnologia.
d)
a região de fronteira com o Canadá
transformou-se em uma área industrial degradada, chamada “Rust Belt”(
cinturão da ferrugem).
e)as
Rochosas apresentaram forte crescimento
industrial, graças à descoberta de inúmeras reservas minerais.
02. Um empresário brasileiro é preso em Allston, nos
Estados Unidos, acusado de tentar subornar um agente federal para obter o green
card, visto de residência permanente no país. Também são detidos 57
funcionários da empresa dele. Todos moravam e trabalhavam ilegalmente lá.
Uma garota cresce com o sonho de ir para
os Estados Unidos, ganhar dinheiro e ajudar financeiramente a família. Após ter
o visto negado, se envolve com um “coiote” (agenciador que cobra para
atravessar os imigrantes na fronteira
entre México
e Estados Unidos) para entrar clandestinamente no país.
O primeiro caso é real: aconteceu em 18 de março de
2005. O segundo é o enredo de América, novela da TV Globo – mas, como se vê, tinha
tudo para ser uma história verdadeira. Na
novela América, o foco é a imigração ilegal para os Estados Unidos. Na vida
real, clandestinas ou não, 70 milhões de pessoas foram tentar a vida lá desde
1850.
Sobre a história da
imigração nos EUA e a situação dos imigrantes, não podemos afirmar:
a) O maior dos ciclos
imigratórios dos Estados Unidos ocorreu no período de 1870-1920, estimulado
pelo Homestead Act, a colonização das terras do Oeste e pela industrialização
do Nordeste.
b) Os EUA configuram um
“caldeirão de povos”, o melting-pot, na expressão inglesa consagrada. O censo
norte-americano reflete essa concepção, segundo a qual a nação é formada por
contribuições étnicas e culturais distintas, que se mesclam sem perder as
identidades de origem.
c) A população de origem
mexicana soma mais de 20 milhões de habitantes e as tentativas de bloquear o
fluxo de imigrantes ilegais materializam-se na “fronteira fortificada” entre os
EUA e o México: uma faixa constituída por extensos muros e cercas eletrificadas
e patrulhada por milhares de guardas de fronteira com equipamentos de
vigilância de alta tecnologia.
d) A maioria dos
imigrantes destina-se ao comércio, aos serviços de baixa qualificação e à
construção civil nas cidades.
e) O estabelecimento dos
negros nas áreas centrais das metrópoles provocou a transferência dos brancos
para os subúrbios, provocando a desvalorização imobiliária das áreas centrais
que
atraiu novas famílias
negras e restringiu o fenômeno do gueto à população negra.
03. O Canadá é um dos países mais desenvolvidos
do mundo atual, com uma economia dinâmica, alto nível cultural e grande
desenvolvimento tecnológico. Porém, enfrenta alguns problemas internos, ligados
ao baixo contingente populacional e à dificuldade de ocupação de um espaço
natural anecúmeno. Uma das opções abaixo NÃO está de acordo com a distribuição
da população canadense. Assinale-a:
a) A grande aglomeração populacional, na região sudeste, é explicada pelo poder econômico formado pelas Províncias de Quebec e Ontário, as mais industrializadas.,
b) Por ser uma nova área industrial, as Províncias Atlânticas apresentam uma recente concentração populacional.
c) O grande Norte Canadense é uma região de vazio demográfico; embora apresente diversos recursos minerais, sua extração é dificultada pelo clima.
d) A distribuição da população pela linha de fronteira dos Estados Unidos é explicada pelo clima mais ameno.
e) A alta mecanização da agricultura desenvolvida nas pradarias libera mão-de-obra para outras atividades econômicas, como a indústria petroquímica.
a) A grande aglomeração populacional, na região sudeste, é explicada pelo poder econômico formado pelas Províncias de Quebec e Ontário, as mais industrializadas.,
b) Por ser uma nova área industrial, as Províncias Atlânticas apresentam uma recente concentração populacional.
c) O grande Norte Canadense é uma região de vazio demográfico; embora apresente diversos recursos minerais, sua extração é dificultada pelo clima.
d) A distribuição da população pela linha de fronteira dos Estados Unidos é explicada pelo clima mais ameno.
e) A alta mecanização da agricultura desenvolvida nas pradarias libera mão-de-obra para outras atividades econômicas, como a indústria petroquímica.
04.
Leia as proposições sobre a economia do Canadá:
I. A indústria canadense utiliza um elevado potencial hidráulico.
II. Nas planícies centrais se desenvolve importante agricultura mecanizada de trigo.
III. Toronto e Montreal são importantes centros industriais.
IV. A região da Colúmbia Britânica é muito rica em bauxita.
São verdadeiras as afirmações:
a) I, IV e II b) II, III e IV c) I, IV e III d) I e III e) I, II e III
I. A indústria canadense utiliza um elevado potencial hidráulico.
II. Nas planícies centrais se desenvolve importante agricultura mecanizada de trigo.
III. Toronto e Montreal são importantes centros industriais.
IV. A região da Colúmbia Britânica é muito rica em bauxita.
São verdadeiras as afirmações:
a) I, IV e II b) II, III e IV c) I, IV e III d) I e III e) I, II e III
05.
(MACK) É incorreto afirmar sobre a economia do Canadá que:
a) a extração de madeira, especialmente voltada para a produção de papel e celulose, é importante indústria canadense;
b) nos platôs interiores das cadeias montanhosas da Colúmbia Britânica, desenvolve-se uma pecuária extensiva para a produção de carne;
c) a região das Províncias Marítimas caracteriza-se pelas atividades policultoras e pela pesca;
d) a maior concentração demográfica situada na região ocidental do país é responsável pelo desenvolvimento da agropecuária regional;
e) a utilização de técnicas modernas e altamente produtivas faz do Canadá um grande produtor de cereais.
a) a extração de madeira, especialmente voltada para a produção de papel e celulose, é importante indústria canadense;
b) nos platôs interiores das cadeias montanhosas da Colúmbia Britânica, desenvolve-se uma pecuária extensiva para a produção de carne;
c) a região das Províncias Marítimas caracteriza-se pelas atividades policultoras e pela pesca;
d) a maior concentração demográfica situada na região ocidental do país é responsável pelo desenvolvimento da agropecuária regional;
e) a utilização de técnicas modernas e altamente produtivas faz do Canadá um grande produtor de cereais.
06.
(PUC) A indústria japonesa desenvolveu-se aceleradamente no Pós-Segunda Guerra
Mundial. Entre outros motivos, esse fato deveu-se:
a) aos grandes investimentos de capitais norte-americanos em grupos industrializados japoneses;
b) à presença, no país, de grandes reservas de carvão, petróleo e minério de ferro;
c) à existência de grande mercado comprador representado pela China e pela Coréia do Sul;
d) à localização privilegiada do país em relação aos mercados americanos e europeus;
e) à existência, no país, de enormes reservas de ouro que permitiram elevadas exportações de capitais.
a) aos grandes investimentos de capitais norte-americanos em grupos industrializados japoneses;
b) à presença, no país, de grandes reservas de carvão, petróleo e minério de ferro;
c) à existência de grande mercado comprador representado pela China e pela Coréia do Sul;
d) à localização privilegiada do país em relação aos mercados americanos e europeus;
e) à existência, no país, de enormes reservas de ouro que permitiram elevadas exportações de capitais.
07.
(SANTA CASA) “Com uma estratégia adequada a um país de desenvolvimento
industrial mais recente, passou de importador a exportador de muitas
tecnologias aperfeiçoadas, conseguindo deslocar, inclusive, os fornecedores
mais tradicionais no mercado mundial”.
Entre as alternativas abaixo. É mais provável que o texto faça referência explícita:
a) ao Canadá; b) ao Brasil; c) ao Japão; d) à Alemanha; e) ao México.
Entre as alternativas abaixo. É mais provável que o texto faça referência explícita:
a) ao Canadá; b) ao Brasil; c) ao Japão; d) à Alemanha; e) ao México.
08.
(UEMT) “A pobreza em recursos naturais, a escassez de terras agrícolas e a
forte pressão demográfica caracterizavam esse país como áreas totalmente
inviáveis para o crescimento econômico. No entanto, a atitude da sociedade em
relação ao desenvolvimento, a frugalidade da população, o talento humano e a
abertura da economia para o comércio exterior superaram as entraves das
condições iniciais.” O texto melhor se
aplica:
a) ao Japão; b) à Índia; c) a Israel; d) ao Reino Unido; e) ao Egito;
09. (PUC) O Japão apresenta um relevo predominantemente montanhoso, com elevado número de vulcões; pesa ainda em seu território insular um contorno de planícies e terras baixas. Esse quadro físico limitou a agricultura; no entanto, podemos encontrar uma ocupação rural maia densa:
a) nas ilhas meridionais;
b) em toda faixa ocidental do arquipélago;
c) ao norte (na ilha Hokaido);
d) nas vertentes orientais (ilha Honshu);
e) em roda a ilha Shikoku.
10. (PUC) O Japão atualmente se destaca como país de alto desenvolvimento industrial. Observando o mapa nas áreas industriais do arquipélago japonês, vamos reconhecer que sua maior concentração e expansão está:
a) ao norte; b) a nordeste; c) a sudeste; d) ao sul; e) a oeste.
11. (MACK) O Japão tem necessidade de importar a maior parte das matérias-primas, determinando o intenso movimento comercial com diversos países. O Brasil exporta para esse país grandes quantidades de:
a) urânio b) bauxita c) ferro d) cobre e) carvão
a) ao Japão; b) à Índia; c) a Israel; d) ao Reino Unido; e) ao Egito;
09. (PUC) O Japão apresenta um relevo predominantemente montanhoso, com elevado número de vulcões; pesa ainda em seu território insular um contorno de planícies e terras baixas. Esse quadro físico limitou a agricultura; no entanto, podemos encontrar uma ocupação rural maia densa:
a) nas ilhas meridionais;
b) em toda faixa ocidental do arquipélago;
c) ao norte (na ilha Hokaido);
d) nas vertentes orientais (ilha Honshu);
e) em roda a ilha Shikoku.
10. (PUC) O Japão atualmente se destaca como país de alto desenvolvimento industrial. Observando o mapa nas áreas industriais do arquipélago japonês, vamos reconhecer que sua maior concentração e expansão está:
a) ao norte; b) a nordeste; c) a sudeste; d) ao sul; e) a oeste.
11. (MACK) O Japão tem necessidade de importar a maior parte das matérias-primas, determinando o intenso movimento comercial com diversos países. O Brasil exporta para esse país grandes quantidades de:
a) urânio b) bauxita c) ferro d) cobre e) carvão
12 -
"Para acompanhar o desenvolvimento tecnológico ocidental, o Estado japonês
investiu na instalação de fábricas nos setores em que o capital privado não
tinha condições de atuar. Mais tarde, algumas dessas indústrias foram vendidas
a baixo preço a empresários particulares. Surgiram assim os zaibatsu,
verdadeiros monopólios privados que se desenvolveram muito no período entre
guerras devido às inúmeras vantagens e privilégios assegurados pelo Estado. De
1955 a 1973, o crescimento industrial japonês foi maior que o dos Estados
Unidos e o da Europa Ocidental, o que demonstra a eficácia da participação do
Estado na reorganização industrial ocorrida no Pós-Guerra." (VESENTINI, J.
W.; VLACH, V. "Geografia crítica". 18. ed. São Paulo: Ática, 1997. v.
3, p.187-189.)
Sobre a industrialização japonesa, é correto afirmar:
(01) Assim como nos Estados Unidos e na Europa, os estágios iniciais da industrialização japonesa foram possibilitados pela disponibilidade de carvão e ferro, minérios que hoje estão esgotados no país devido à exploração intensiva.
(02) Os setores em que o Estado japonês teve que intervir mais intensamente para alavancar a industrialização foram aqueles que compõem a chamada "indústria pesada", principalmente siderurgia, construção naval e petroquímica.
(04) Graças à ação diligente do Estado e à importância simbólica da natureza na cultura nacional, o Japão logrou industrializar-se sem comprometer a qualidade de vida com poluição sonora ou do ar.
(08) O trecho citado descreve com propriedade algumas características básicas do "modelo japonês" de desenvolvimento, mas não leva em conta a profunda crise que esse modelo vem experimentando desde o início dos anos 90, com estagnação econômica e aumento do desemprego.
(16) Ao contrário de países como Estados Unidos e Inglaterra, cujas empresas industriais transferem fábricas para países subdesenvolvidos a fim de tirar proveito dos baixos salários ali vigentes, o "modelo japonês" tem a virtude de manter a competitividade industrial mesmo pagando altos salários, sem a necessidade de transferir parte de sua produção para países menos desenvolvidos.
Soma ( )
Sobre a industrialização japonesa, é correto afirmar:
(01) Assim como nos Estados Unidos e na Europa, os estágios iniciais da industrialização japonesa foram possibilitados pela disponibilidade de carvão e ferro, minérios que hoje estão esgotados no país devido à exploração intensiva.
(02) Os setores em que o Estado japonês teve que intervir mais intensamente para alavancar a industrialização foram aqueles que compõem a chamada "indústria pesada", principalmente siderurgia, construção naval e petroquímica.
(04) Graças à ação diligente do Estado e à importância simbólica da natureza na cultura nacional, o Japão logrou industrializar-se sem comprometer a qualidade de vida com poluição sonora ou do ar.
(08) O trecho citado descreve com propriedade algumas características básicas do "modelo japonês" de desenvolvimento, mas não leva em conta a profunda crise que esse modelo vem experimentando desde o início dos anos 90, com estagnação econômica e aumento do desemprego.
(16) Ao contrário de países como Estados Unidos e Inglaterra, cujas empresas industriais transferem fábricas para países subdesenvolvidos a fim de tirar proveito dos baixos salários ali vigentes, o "modelo japonês" tem a virtude de manter a competitividade industrial mesmo pagando altos salários, sem a necessidade de transferir parte de sua produção para países menos desenvolvidos.
Soma ( )
13 -
Considerando apenas fatores geográficos, o Japão não deveria ser uma das mais
poderosas nações do mundo. Em menos de um século - depois que Matthew Perry
aportou na Baía de Tóquio pela Segunda vez, em 1854 -, o Japão transformou-se
de um Estado isolado e praticamente medieval, feudal, em uma superpotência
econômica moderna e inovadora. De fato, o Japão é pequeno. Faltam-lhe recursos
naturais importantes. A maior parte do país é montanhosa. As florestas, que são
consideradas sagradas, cobrem quase dois terços do país, o que representa mais
do que em qualquer outra nação industrializada. Apenas 15% do seu território
podem ser aproveitados para a agricultura. Situado no anel de fogo do Pacífico,
o Japão está sujeito a violentos terremotos, erupções vulcânicas e
"tsunamis", ondas devastadoras gigantescas, causadas por maremotos.
Com o auxílio do texto, julgue os itens seguintes.
(1) No Pacífico, o Japão centraliza uma vasta área de influência, constituindo-se em um pólo econômico.
(2) O comércio exterior é um dos pilares da economia japonesa.
(3) Registram-se na História relações igualitárias e pacíficas, de intercâmbio dos japoneses com outros povos asiáticos, o que facilitou a sua industrialização mesmo sem contar com grandes fontes de recursos naturais.
(4) O "anel de fogo do Pacífico", referido no texto, diz respeito a uma faixa de instabilidade por ser o limite entre placas tectônicas.
Com o auxílio do texto, julgue os itens seguintes.
(1) No Pacífico, o Japão centraliza uma vasta área de influência, constituindo-se em um pólo econômico.
(2) O comércio exterior é um dos pilares da economia japonesa.
(3) Registram-se na História relações igualitárias e pacíficas, de intercâmbio dos japoneses com outros povos asiáticos, o que facilitou a sua industrialização mesmo sem contar com grandes fontes de recursos naturais.
(4) O "anel de fogo do Pacífico", referido no texto, diz respeito a uma faixa de instabilidade por ser o limite entre placas tectônicas.
14 -
O Japão é o país capitalista que, nas últimas décadas, apresentou os maiores
índices de crescimento econômico. A seu respeito, considere as afirmativas a seguir:
I - Dentre os fatores que explicam o crescimento industrial japonês no pós-guerra, destacam-se os pequenos gastos militares e os baixos salários pagos aos trabalhadores, em comparação aos dos outros países desenvolvidos;
II - O Japão utiliza seus amplos recursos hidráulicos através de inúmeras pequenas e médias hidrelétricas, montadas sobre o curso encachoeirado de centenas de pequenos rios;
III - A maior parte da produção econômica é controlada por grupos, chamados Zaibatsu, que monopolizam a economia do país, altamente concentrada;
IV - A sua produção agrícola é elevada, de técnica apurada, permitindo o abastecimento alimentar integral de toda a população, sem necessidade de recorrer às importações.
Estão corretas apenas as afirmativas:
a) I e III b) II e IV c) I, II e III d) I, III e IV e) II, III e IV
I - Dentre os fatores que explicam o crescimento industrial japonês no pós-guerra, destacam-se os pequenos gastos militares e os baixos salários pagos aos trabalhadores, em comparação aos dos outros países desenvolvidos;
II - O Japão utiliza seus amplos recursos hidráulicos através de inúmeras pequenas e médias hidrelétricas, montadas sobre o curso encachoeirado de centenas de pequenos rios;
III - A maior parte da produção econômica é controlada por grupos, chamados Zaibatsu, que monopolizam a economia do país, altamente concentrada;
IV - A sua produção agrícola é elevada, de técnica apurada, permitindo o abastecimento alimentar integral de toda a população, sem necessidade de recorrer às importações.
Estão corretas apenas as afirmativas:
a) I e III b) II e IV c) I, II e III d) I, III e IV e) II, III e IV
15 -
É INCORRETO afirmar sobre o Japão que:
a) são altos os investimentos com a defesa do país, que procura, desta forma, uma proteção para evitar o que ocorreu na Segunda Guerra mundial.
b) o país é muito pobre em recursos naturais, necessitando, importar quase toda a matéria prima que utiliza.
c) os rios japoneses são impróprios para a navegação, pois são curtos e torrenciais, formando cascatas.
d) existe uma grande desigualdade na repartição da população, que vive concentrada, em sua maior parte, nos 28% do território de planície.
e) o excesso de indústrias em uma área de reduzido tamanho faz com que o país enfrente o grave problema da poluição.
a) são altos os investimentos com a defesa do país, que procura, desta forma, uma proteção para evitar o que ocorreu na Segunda Guerra mundial.
b) o país é muito pobre em recursos naturais, necessitando, importar quase toda a matéria prima que utiliza.
c) os rios japoneses são impróprios para a navegação, pois são curtos e torrenciais, formando cascatas.
d) existe uma grande desigualdade na repartição da população, que vive concentrada, em sua maior parte, nos 28% do território de planície.
e) o excesso de indústrias em uma área de reduzido tamanho faz com que o país enfrente o grave problema da poluição.
Questão
16 - A Era Meiji (1868-1912) representou para o Japão uma série de grandes
mudanças sócio-político-econômicas. Com relação a essas grandes transformações,
assinale a única opção correta:
a) Implantou-se o poder dos "xoguns", que eram senhores feudais interessados no fortalecimento da figura do Imperador como Chefe de Estado.
b) Reestruturaram-se as Forças Armadas, de acordo com padrões ocidentais, visando ao futuro expansionismo na Ásia de Sudeste e no Pacífico.
c) Criaram-se condições para a formação dos ZAIBATSUS, isto é, dos grandes monopólios pertencentes a antigos clãs feudais e ao capital norte-americano.
d) foi aprovada uma Constituição, em 1889, que aboliria os poderes Legislativo, Executivo e Judiciário e os entregaria aos "Samurais" do Imperador.
e) Houve a contratação de técnicos europeus para reestruturar a indústria de tecidos, já existente no país desde o século XVIII, nas cidades de Kyoto e Tóquio.
a) Implantou-se o poder dos "xoguns", que eram senhores feudais interessados no fortalecimento da figura do Imperador como Chefe de Estado.
b) Reestruturaram-se as Forças Armadas, de acordo com padrões ocidentais, visando ao futuro expansionismo na Ásia de Sudeste e no Pacífico.
c) Criaram-se condições para a formação dos ZAIBATSUS, isto é, dos grandes monopólios pertencentes a antigos clãs feudais e ao capital norte-americano.
d) foi aprovada uma Constituição, em 1889, que aboliria os poderes Legislativo, Executivo e Judiciário e os entregaria aos "Samurais" do Imperador.
e) Houve a contratação de técnicos europeus para reestruturar a indústria de tecidos, já existente no país desde o século XVIII, nas cidades de Kyoto e Tóquio.
Questão
17 - Em 2009 comemorou-se o ano da França no Brasil com várias atividades
envolvendo cultura, economia e política dos dois países. Por esta razão, as
questões abaixo abordam o espaço geográfico francês.
Analise
as proposições sobre os recursos minerais franceses.
I
– A França dispõe de reservas de vários minérios, embora em pequena quantidade,
destacando-se as de bauxita. Aliás, o minério de alumínio recebeu este nome
porque foi descoberto pela primeira vez em 1821, nas proximidades da cidade de
Les Baux, na Provença.
II
– As usinas hidrelétricas francesas abastecem aproximadamente 25% das
necessidades de energia do país. As principais usinas localizam-se nos rios
Reno e Ródano.
III
– Quanto ao petróleo, a França apresenta uma produção irrelevante e grande
parte dele é importada, principalmente dos países do Norte da África, do
Oriente Médio e do Mar do Norte.
IV
– Utilizando o urânio das jazidas do Maciço Central e da Bretanha, a França
mantém uma rede de usinas nucleares voltadas à produção de energia elétrica e
possui um dos maiores índices de uso desta fonte energética no mundo todo.
Assinale
a alternativa correta.
A) Somente as afirmativas III e IV são
verdadeiras.
B) Somente as afirmativas I e II são
verdadeiras.
C) Somente as afirmativas I e III são
verdadeiras.
D) Somente a afirmativa IV é verdadeira.
E) Todas as afirmativas são verdadeiras.
17 - Na confluência dos rios Reno e Ruhr na
Alemanha há uma das maiores concentrações industriais do mundo em cidades como
Colômbia, Dortmund, Essen, com destaque para as indústrias siderúrgicas,
mecânicas e químicas. Os principais fatores que explicam essa importante
localização industrial são:
a) a imposição dos
nazistas no período anterior à Segunda Guerra quando a Alemanha se
industrializa;
b) as enormes jazidas
de ferro e manganês e a facilidade de escoamento da produção pela hidrovia do
Elba até o porto de Hamburgo, associados à existência de mão de obra e de um
mercado consumidor;
c) as enormes jazidas
de hulha, associadas à facilidade de escoamento da produção até o Mar do Norte
via "corredor" polonês, embora a disponibilidade de mão de obra fosse
reduzida;
d) as enormes jazidas
de hulha e a facilidade de escoamento da produção pela hidrovia do Reno até o
porto de Hamburgo, na Holanda, fatores associados à existência de numerosa mão
de obra e de mercado consumidor;
e) as enormes jazidas
de hulha e a facilidade de escoamento da produção através da hidrovia do Reno
até o porto de Roterdã, na Holanda; a esses fatores associam-se a existência de
mão de obra e de mercado consumidor.
18. (UnB) A Bacia do
Ruhr, na Europa Ocidental, é uma região caracterizada:
a) por um microclima
extremamente frio e seco;
b) pela presença de
um complexo urbano-industrial;
c) por uma atividade
agrícola altamente desenvolvida;
d) pela existência de
lençóis petrolíferos;
e) pela presença de
altas cadeias montanhosas.
19. (PUC) A principal
área industrial da Europa Ocidental é a região:
a) de Lille, no norte
da França;
b) do Ruhr, na
República Alemã;
c) da Sicília, no Sul
da Itália;
d) de Manchester, na
Inglaterra;
e) da
"mesetas", na Espanha.
20. "Graças às
abundantes reservas carboníferas existentes em seu território e à grande
importação de outras matérias-primas, o país transformou-se em centro
econômico-industrial, no século XIX."
O texto melhor
caracteriza:
a) O Reino Unido b) A Alemanha c) A Itália d) O Canadá e) Os Estados Unidos
21. CEFET – PR) A
Europa é um continente pequeno em relação ao grande número de países que o
compõem. É extremamente fragmentado em termos geopolíticos, tendo um grande
número de países minúsculos. Verifique as alternativas a seguir que abordam
aspectos físicos e socioeconômicos desse continente e identifique a INCORRETA.
A) É formada por países considerados mais
urbanizados, mais industrializados, mais desenvolvidos, como Alemanha, França,
Inglaterra, norte da Itália, Bélgica, Holanda, Luxemburgo, Áustria, Suíça,
Dinamarca e os países escandinavos ─ Suécia, Noruega e Finlândia. Encontram-se
também países menos desenvolvidos, menos industrializados, como Portugal,
Grécia e os ex-socialistas.
B) Na região da Renânia, no noroeste da
Alemanha, encontra-se a maior concentração industrial desse país, sendo também
a principal área industrial da Europa. Os principais complexos
urbano-industriais são: Essen, Düsseldorf, Colônia, Dortmund, Aachen, Buisburg,
Bonn, etc. Além de uma forte indústria de base ─ siderurgia e metalurgia ─, ali
estão instaladas também indústrias químicas, refinarias de petróleo, indústrias
têxteis, alimentícias e outras.
C) Na França, a presença do carvão mineral e
do minério de ferro, no norte e no nordeste do país, mais a garantia do
abastecimento de matérias-primas e do mercado consumidor, representada por um
grande império colonial, favoreceram a industrialização sistematizada a partir
da segunda metade do século XIX.
D) O Reino Unido é composto por Irlanda do
Norte, Escócia, País de Gales e Inglaterra. A ilha da Grã-Bretanha é uma ilha
de solo ácido e pouco espaço para agropecuária.
E) Na Itália, enquanto o Sul é uma região
desenvolvida e de alta renda per capita, o Norte do país chamado
"Mezzogiorno" é uma região pobre, subdesenvolvida, com baixa renda
per capita, sobretudo na Sicília. A base social e econômica do norte é o
latifúndio, produtos de itens agrícolas, especialmente cítricos e azeitonas.
22. (CEFET – PR) As alternativas a seguir
referem-se aos países de destaque da economia Europeia. Identifique a que está
INCORRETA.
A) O território inglês encontra-se em
situação privilegiada dentro da Europa: tem fronteira com o Atlântico, o
Mediterrâneo e o Mar do Norte – três portas de entrada e saída, fator
importante e estratégico para o desenvolvimento econômico.
B) Na Alemanha, as reservas de ferro são
pequenas, e apresentam baixo teor metálico. As jazidas estão apenas no nordeste
e sudeste da antiga RFA. Por isso a Alemanha é grande importadora de ferro da
Suécia e do Brasil.
C) Na Alemanha, o relevo sofre uma inclinação
do Sul para o Norte. No sul, observamos a região dos Alpes Bávaros – área
originalmente coberta pela Floresta Negra resultante do clima temperado, com
atividades de extrativismo vegetal e reflorestamentos.
D) O relevo da França apresenta as seguintes
características: no norte, dominam as planícies sedimentares – é o relevo de
Paris; no sul, os Montes Pirineus – separando a Península Ibérica. No sudeste,
os Alpes – com seu ponto culminante, o Monte Branco. Entre as duas cadeias
montanhosas, um grande maciço – o Maciço Central Francês.
E) A Península Itálica é pouco maior que os
estados do Rio de Janeiro e São Paulo juntos. Suas cidades são antigas e
históricas, guardando ricos monumentos, o que torna o país uma das maiores
atrações turísticas de todo o mundo.
sexta-feira, 27 de abril de 2012
Conteúdo avaliação intermediária –
Geografia - 1º bimestre
Valor : 3,0
*****2º anos - Formação territorial do
Brasil : capítulo 1 do livro e caderno.
*****3º anos A ao D - Capitalismo X
Socialismo, doutrinas econômicas e características dos países desenvolvidos e subdesenvolvidos : capítulo 1 do livro e caderno
Trabalhos regiões do Brasil – 2 º anos
2º A
09/05 – Regiões Norte e Nordeste 16/05 – Centro-Oeste e Sul 23/05 – Sudeste
2º B
14/05 – Norte 15/05 – Nordeste 21/05 – Centro-Oeste 22/05 – Sudeste 28/05 – Sul
2º C
14/05 – Norte e Nordeste 21/05 – Centro-Oeste e Sul 28/05 – Sudeste
2º D
15/05 – Norte e Nordeste 22/05 – Centro-Oeste e Sul 29/05 – Sudeste
2º E
11/05 – Norte e Nordeste 18/05 – Centro-Oeste, Sudeste 25/05 - Sul
2º F
09/05 – Norte 10/05 – Nordeste 16/05 – Centro-Oeste 17/05 – Sul 23/05 – Sudeste
2º G
11/05 – Norte 15/05 – Nordeste 18/05 – Centro-Oeste 22/05 – Sudeste 25/05 – Sul
2º H
10/05 – Norte e Nordeste 17/05 – Centro-Oeste,
Sudeste 24/05 - Sul
2º I
09/05 – Norte e Nordeste 16/05 – Centro-Oeste e Sul 23/05 – Sudeste
2º J
11/05 – Norte, Nordeste 18/05 - Centro-Oeste e Sul 25/05 – Sudeste
quinta-feira, 26 de abril de 2012
3º anos
1. O que é a Rodada Doha? Rodada Doha é o nome atribuído a um importante ciclo de negociações entre os países que integram a Organização Mundial do Comércio (OMC), iniciado em 2001 na capital do Catar, Doha. O encontro tentava liberalizar o comércio internacional através de um acordo multilateral entre as nações. A meta era dar um novo impulso à troca de bens e serviços entre os países ao reduzir não apenas as tarifas, mas também todos os outros entraves ao comércio. As negociações receberam o nome de Rodada Doha de Desenvolvimento, pois o maior objetivo passou a ser a eliminação dos subsídios e de outras práticas anticompetitivas que, embora generalizadas, punem e prejudicam principalmente as nações em desenvolvimento ricas em produtos agrícolas.
2. Qual é a importância da rodada para o comércio mundial? Caso o acordo multilateral seja um dia firmado, os países ricos passarão a ter maior acesso às economias em ascensão, como a Índia. Já os países em desenvolvimento deixarão de enfrentar a concorrência desleal dos produtos agrícolas altamente protegidos das nações industrializadas. Um bom exemplo da importância de um acordo, sobretudo na área agrícola, é uma estimativa do Banco Mundial de que 140 milhões de pessoas poderiam sair da linha da pobreza até 2015 se os 152 membros da OMC concordassem em acabar com os subsídios e com todas as barreiras no setor.
3. Por que, até agora, todas as rodadas têm fracassado? Devido ao protecionismo econômico. As reuniões acabaram se tornando um palco de combate entre ricos e pobres. De sua trincheira, as nações em desenvolvimento, que têm na agricultura sua arma para competir no mercado internacional, exigem o fim dos subsídios governamentais que os EUA e a Europa dão aos seus agricultores e pecuaristas – mais de 300 bilhões de dólares por ano. Isso porque a prática torna a competição comercial injusta. Do outro lado, os países ricos querem maior acesso aos mercados de bens e serviços dos países em desenvolvimento, ou seja, a diminuição das taxas de importação cobradas sobre os seus produtos industrializados.
4. Por que os subsídios prejudicam a economia dos países pobres? Porque tornam desleal a concorrência com os produtos agrícolas das nações industrializadas. Eles são nocivos ao comércio livre porque fazem com que os preços internacionais de commodities como soja, milho e trigo fiquem abaixo de seu valor real, num patamar inferior ao que seria justo para remunerar os produtores que buscam o lucro na produtividade, e não no tapetão da ajuda oficial. O agronegócio, setor em que os países em desenvolvimento dispõem de maior vantagem competitiva, é justamente o mais protegido nos EUA, na Europa e no Japão. Os subsídios, além de fortalecerem artificialmente os produtores europeus e americanos (o que diminui as chances de exportação para esses mercados), dificultam as vendas para vários outros países. O caso do algodão é emblemático. Mesmo com custos bem maiores que os dos concorrentes, os produtores americanos conseguiram conquistar mais de 40% das exportações mundiais graças aos subsídios. Os maiores prejudicados foram agricultores no Brasil e África, que viram a enxurrada de algodão americano roubar mercados no exterior e baixar o preço do produto. Sem os subsídios americanos, calcula-se que o valor do algodão subiria 13%.
5. E por que é tão difícil chegar a um acordo sobre essa questão? Porque essa é uma batalha não só econômica, mas também cultural. O subsídio agrícola é uma prática entranhada nas sociedades européia e americana. Na França, o país que mais se beneficia das proteções européias, o apoio ao produtor rural ganhou enorme impulso depois da II Guerra Mundial. Em meados da década de 50, a França começou a registrar excessos de produção, e, com isso, surgiu a necessidade de exportar. Como não era competitiva em relação a países em desenvolvimento, concentrou as vendas na Europa e buscou nos vizinhos os parceiros para dividir a conta dos subsídios. Nos EUA, o protecionismo se fortaleceu depois da quebra da Bolsa de Valores de Nova York, em 1929. Para tirar a economia da depressão, o governo implementou o New Deal, um pacote de medidas para estimular o crescimento que elevou os impostos de importação. Hoje, os políticos do país são bastante suscetíveis ao lobby agrícola. Na região conhecida como Meio-Oeste, o celeiro americano, ele ganha força em ano eleitoral (como é o caso de 2008).
6. Países ricos já concordaram em promover algum corte nos subsídios? Sim. Nas negociações de Genebra, os EUA ofereceram reduzir seus subsídios agrícolas para o teto de 15 bilhões de dólares ao ano. Os países em desenvolvimento, porém, não concordaram com a proposta, alegando que o valor equivale ao dobro daquele que o governo americano efetivamente dá a seus agricultores atualmente – ou seja, Washington continuaria a ter grande folga para subsidiar seus produtores. Vale ressaltar que os EUA pouparam o algodão, um dos principais pontos de discussão, de quaisquer eventuais cortes.
7. Qual a função da Organização Mundial do Comércio neste cenário? Além de promover rodadas com o objetivo de reduzir subsídios e impostos de importação, a OMC funciona como um tribunal internacional para resolver disputas comerciais. Os países emergentes costumam usar as decisões da organização contra países industrializados para forçar a abertura desses mercados. Isso acontece por meio das retaliações. Por exemplo, na disputa entre Brasil e EUA por causa do algodão, a OMC considerou que os americanos burlavam as regras comerciais com seus subsídios, e permitiu que o governo brasileiro retaliasse em 4 bilhões de dólares as exportações americanas. Desde a reunião em Doha, a organização já promoveu cinco encontros para tentar solucionar os pontos divergentes. Em 2007, a reunião de Potsdam, na Alemanha, terminou em meio a um cerrado tiroteio verbal. Brasil e Índia abandonaram as conversas dois dias antes do previsto, alegando que as propostas dos americanos e europeus eram tão insuficientes que beiravam o escárnio. A resposta foi dura. O presidente americano George W. Bush acusou os dois países de negligenciar os interesses de outros emergentes – Brasil e Índia atuaram como representantes de um bloco de 20 países em desenvolvimento.
8. Como o Brasil se tornou um país de destaque durante as negociações de Doha? O Brasil se viu alçado à condição de protagonista nas negociações desde que virou uma espécie de porta-voz do G-20, o grupo que reúne os países emergentes – isso embora responda por apenas 1% do comércio internacional, e ocupe o 27º lugar no ranking tanto dos maiores exportadores como no dos importadores. A explicação para a inclusão do Brasil nos momentos decisivos da discussão é que o país é o quarto maior exportador de produtos agrícolas do mundo.
9. Se as negociações avançarem, quais os benefícios para o Brasil? O Brasil seria um dos principais beneficiários do eventual sucesso da Rodada Doha. Estima-se que as exportações do país poderão aumentar em até 20 bilhões de dólares anuais caso o acordo seja fechado. Além disso, desde 2003, os donos da política externa brasileira rejeitam sistematicamente quaisquer outros projetos de acordos comerciais relevantes na esperança de que Doha obrigue os países ricos a derrubar suas barreiras comerciais. Entre os acordos enterrados pela estratégia do governo estão a Área de Livre Comércio das Américas (Alca) e o acordo entre o Mercosul e a União Européia. Ou seja, com um fracasso em Doha, o Brasil ficaria sem opções para expandir o comércio exterior.
10. Depois de tantos anos, a Rodada Doha já apresentou algum resultado prático? Sim. Um dos grandes avanços nas negociações de Doha diz respeito à quebra de patentes de medicamentos. Já na reunião de 2001 ficou acertado que a saúde pública tem precedência sobre o direito de patente de remédios. É um passo gigantesco para vencer a epidemia de Aids na África, pois permite reduzir a um terço o custo dos tratamentos. Essa mudança de atitude permite não apenas a redução do preço dos medicamentos. Ela abre espaço também para que países como o Brasil e a Índia ganhem projeção na indústria mundial de biotecnologia.
11. Há algum acordo pelo qual o comércio internacional é regido atualmente? Sim. Durante a rodada multilateral de 1995, ano da criação da OMC, foi estabelecido o Acordo Geral sobre o Comércio de Serviços (Gats, na sigla em inglês). Esse documento tomou por base o acordo multilateral firmado anteriormente, o Gatt, ou Acordo Geral sobre Tarifas e Comércio. Enquanto o Gatt estabelecia regras apenas para o comércio de bens, o Gats estipula ainda as diretrizes sobre o comércio de serviços – como o turismo – e propriedade intelectual. Esse acordo tem por função assegurar o tratamento igualitário a todos os membros da OMC nas questões comerciais, estimulando a atividade econômica por meio da liberação dos entraves ao comércio.
veja.com
1. O que é a Rodada Doha? Rodada Doha é o nome atribuído a um importante ciclo de negociações entre os países que integram a Organização Mundial do Comércio (OMC), iniciado em 2001 na capital do Catar, Doha. O encontro tentava liberalizar o comércio internacional através de um acordo multilateral entre as nações. A meta era dar um novo impulso à troca de bens e serviços entre os países ao reduzir não apenas as tarifas, mas também todos os outros entraves ao comércio. As negociações receberam o nome de Rodada Doha de Desenvolvimento, pois o maior objetivo passou a ser a eliminação dos subsídios e de outras práticas anticompetitivas que, embora generalizadas, punem e prejudicam principalmente as nações em desenvolvimento ricas em produtos agrícolas.
2. Qual é a importância da rodada para o comércio mundial? Caso o acordo multilateral seja um dia firmado, os países ricos passarão a ter maior acesso às economias em ascensão, como a Índia. Já os países em desenvolvimento deixarão de enfrentar a concorrência desleal dos produtos agrícolas altamente protegidos das nações industrializadas. Um bom exemplo da importância de um acordo, sobretudo na área agrícola, é uma estimativa do Banco Mundial de que 140 milhões de pessoas poderiam sair da linha da pobreza até 2015 se os 152 membros da OMC concordassem em acabar com os subsídios e com todas as barreiras no setor.
3. Por que, até agora, todas as rodadas têm fracassado? Devido ao protecionismo econômico. As reuniões acabaram se tornando um palco de combate entre ricos e pobres. De sua trincheira, as nações em desenvolvimento, que têm na agricultura sua arma para competir no mercado internacional, exigem o fim dos subsídios governamentais que os EUA e a Europa dão aos seus agricultores e pecuaristas – mais de 300 bilhões de dólares por ano. Isso porque a prática torna a competição comercial injusta. Do outro lado, os países ricos querem maior acesso aos mercados de bens e serviços dos países em desenvolvimento, ou seja, a diminuição das taxas de importação cobradas sobre os seus produtos industrializados.
4. Por que os subsídios prejudicam a economia dos países pobres? Porque tornam desleal a concorrência com os produtos agrícolas das nações industrializadas. Eles são nocivos ao comércio livre porque fazem com que os preços internacionais de commodities como soja, milho e trigo fiquem abaixo de seu valor real, num patamar inferior ao que seria justo para remunerar os produtores que buscam o lucro na produtividade, e não no tapetão da ajuda oficial. O agronegócio, setor em que os países em desenvolvimento dispõem de maior vantagem competitiva, é justamente o mais protegido nos EUA, na Europa e no Japão. Os subsídios, além de fortalecerem artificialmente os produtores europeus e americanos (o que diminui as chances de exportação para esses mercados), dificultam as vendas para vários outros países. O caso do algodão é emblemático. Mesmo com custos bem maiores que os dos concorrentes, os produtores americanos conseguiram conquistar mais de 40% das exportações mundiais graças aos subsídios. Os maiores prejudicados foram agricultores no Brasil e África, que viram a enxurrada de algodão americano roubar mercados no exterior e baixar o preço do produto. Sem os subsídios americanos, calcula-se que o valor do algodão subiria 13%.
5. E por que é tão difícil chegar a um acordo sobre essa questão? Porque essa é uma batalha não só econômica, mas também cultural. O subsídio agrícola é uma prática entranhada nas sociedades européia e americana. Na França, o país que mais se beneficia das proteções européias, o apoio ao produtor rural ganhou enorme impulso depois da II Guerra Mundial. Em meados da década de 50, a França começou a registrar excessos de produção, e, com isso, surgiu a necessidade de exportar. Como não era competitiva em relação a países em desenvolvimento, concentrou as vendas na Europa e buscou nos vizinhos os parceiros para dividir a conta dos subsídios. Nos EUA, o protecionismo se fortaleceu depois da quebra da Bolsa de Valores de Nova York, em 1929. Para tirar a economia da depressão, o governo implementou o New Deal, um pacote de medidas para estimular o crescimento que elevou os impostos de importação. Hoje, os políticos do país são bastante suscetíveis ao lobby agrícola. Na região conhecida como Meio-Oeste, o celeiro americano, ele ganha força em ano eleitoral (como é o caso de 2008).
6. Países ricos já concordaram em promover algum corte nos subsídios? Sim. Nas negociações de Genebra, os EUA ofereceram reduzir seus subsídios agrícolas para o teto de 15 bilhões de dólares ao ano. Os países em desenvolvimento, porém, não concordaram com a proposta, alegando que o valor equivale ao dobro daquele que o governo americano efetivamente dá a seus agricultores atualmente – ou seja, Washington continuaria a ter grande folga para subsidiar seus produtores. Vale ressaltar que os EUA pouparam o algodão, um dos principais pontos de discussão, de quaisquer eventuais cortes.
7. Qual a função da Organização Mundial do Comércio neste cenário? Além de promover rodadas com o objetivo de reduzir subsídios e impostos de importação, a OMC funciona como um tribunal internacional para resolver disputas comerciais. Os países emergentes costumam usar as decisões da organização contra países industrializados para forçar a abertura desses mercados. Isso acontece por meio das retaliações. Por exemplo, na disputa entre Brasil e EUA por causa do algodão, a OMC considerou que os americanos burlavam as regras comerciais com seus subsídios, e permitiu que o governo brasileiro retaliasse em 4 bilhões de dólares as exportações americanas. Desde a reunião em Doha, a organização já promoveu cinco encontros para tentar solucionar os pontos divergentes. Em 2007, a reunião de Potsdam, na Alemanha, terminou em meio a um cerrado tiroteio verbal. Brasil e Índia abandonaram as conversas dois dias antes do previsto, alegando que as propostas dos americanos e europeus eram tão insuficientes que beiravam o escárnio. A resposta foi dura. O presidente americano George W. Bush acusou os dois países de negligenciar os interesses de outros emergentes – Brasil e Índia atuaram como representantes de um bloco de 20 países em desenvolvimento.
8. Como o Brasil se tornou um país de destaque durante as negociações de Doha? O Brasil se viu alçado à condição de protagonista nas negociações desde que virou uma espécie de porta-voz do G-20, o grupo que reúne os países emergentes – isso embora responda por apenas 1% do comércio internacional, e ocupe o 27º lugar no ranking tanto dos maiores exportadores como no dos importadores. A explicação para a inclusão do Brasil nos momentos decisivos da discussão é que o país é o quarto maior exportador de produtos agrícolas do mundo.
9. Se as negociações avançarem, quais os benefícios para o Brasil? O Brasil seria um dos principais beneficiários do eventual sucesso da Rodada Doha. Estima-se que as exportações do país poderão aumentar em até 20 bilhões de dólares anuais caso o acordo seja fechado. Além disso, desde 2003, os donos da política externa brasileira rejeitam sistematicamente quaisquer outros projetos de acordos comerciais relevantes na esperança de que Doha obrigue os países ricos a derrubar suas barreiras comerciais. Entre os acordos enterrados pela estratégia do governo estão a Área de Livre Comércio das Américas (Alca) e o acordo entre o Mercosul e a União Européia. Ou seja, com um fracasso em Doha, o Brasil ficaria sem opções para expandir o comércio exterior.
10. Depois de tantos anos, a Rodada Doha já apresentou algum resultado prático? Sim. Um dos grandes avanços nas negociações de Doha diz respeito à quebra de patentes de medicamentos. Já na reunião de 2001 ficou acertado que a saúde pública tem precedência sobre o direito de patente de remédios. É um passo gigantesco para vencer a epidemia de Aids na África, pois permite reduzir a um terço o custo dos tratamentos. Essa mudança de atitude permite não apenas a redução do preço dos medicamentos. Ela abre espaço também para que países como o Brasil e a Índia ganhem projeção na indústria mundial de biotecnologia.
11. Há algum acordo pelo qual o comércio internacional é regido atualmente? Sim. Durante a rodada multilateral de 1995, ano da criação da OMC, foi estabelecido o Acordo Geral sobre o Comércio de Serviços (Gats, na sigla em inglês). Esse documento tomou por base o acordo multilateral firmado anteriormente, o Gatt, ou Acordo Geral sobre Tarifas e Comércio. Enquanto o Gatt estabelecia regras apenas para o comércio de bens, o Gats estipula ainda as diretrizes sobre o comércio de serviços – como o turismo – e propriedade intelectual. Esse acordo tem por função assegurar o tratamento igualitário a todos os membros da OMC nas questões comerciais, estimulando a atividade econômica por meio da liberação dos entraves ao comércio.
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segunda-feira, 9 de abril de 2012
Créditos de carbono
Para facilitar o entendimento podemos considerar créditos de carbono como um novo título a ser lançado no mercado capitalista mundial, uma nova "moeda" que tem como principal objetivo auxiliar na redução do aquecimento global.
O Protocolo de Kyoto - 1997
Segundo o acordo firmado pelos governos dos países membros da Organização das Nações Unidas - ONU, quando assinaram o Protocolo de Kyoto em 1997os países desenvolvidos e responsáveis por 80% da poluição mundial se comprometeram a reduzir a emissão de gases do efeito estufa (GEE) entre os anos de 2002 a 2012 em relação aos níveis de emissão da década de 1990.
O Protocolo de Kyoto e os Créditos de Carbono
Para alguns dos países desenvolvidos, reduzir a emissão de gases do efeito estufa pode significar alterações profundas colocando em riscos suas economias. É justamente para evitar essa possibilidade causar efeitos na economia dos países desenvolvidos que foi criado pelo Protocolo de Kyoto um sistema chamado de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo - MDL, inserido neste os créditos de carbono.
Créditos de Carbono - como funciona
De acordo com regras estabelecidas pelo Protocolo de Kyoto, países desenvolvidos com metas de redução das emissões de dióxido de carbono podem investir em projetos que diminuam as emissões em qualquer outro país e contabilizarem as emissões não realizadas em sua cota. Empresas que não tem licenças suficientes para cobrir suas emissões de gases do efeito estufa - GEE devem fazer reduções ou então comprar créditos de carbono excedentes de outras corporações.
Exemplo Prático - Aterro Bandeirantes
Aterro Bandeirantes em São Paulo, é considerado um dos maiores depósitos de lixo do mundo, recebendo cerca de 7 mil toneladas de lixo gerado pela cidade de São Paulo, isto é a metade do que a cidade produz. Neste local os gases produzidos, originários da decomposição de matéria orgânica eram queimados em drenos verticais e lançados na atmosfera. Para evitar a queima sem controle e o lançamanto toneladas de poluentes para a atmosfera e contribuindo para a redução da emissão de gases do efeito estufa - GEE, foi desenvolvido o projeto de construção de uma Central Térmica a Gás do Aterro Sanitário municipal Bandeirantes.
O projeto
Consistiu na implantação de uma unidade de produção de energia limpa, a partir do aproveitamento adequado do gás metano gerado pelo lixo, a técnica consiste em converter o metano gerado pelo lixo, em gás carbônico - CO2, com a queima controlada do metano - CH4 e aproveitando para gerar energia. Embora haja emissão de CO2, o ganho é explicado de o metano ter um poder de poluição 21 vezes maior que o gás carbônico. Significando que a conversão de uma substância em outra gera créditos de carbono.
Os Créditos de Carbono - Entendendo
Essa redução de gases da Usina do Aterro Bandeirantes é convertido em Créditos de Carbono, onde cada crédito equivale a uma tonelada do gás, com valor de mercado atual entre 12 a 18 Euros, variando de acordo com a cotação internacional, passa a ser um certificado para venda similar ao mercado de ações.
O Primeiro Leilão
Dia 26 de setembro de 2007 foi realizado o primeiro leilão de carbono no Brasil e na América Latina, o evento aconteceu na BM&F (Bolsa de Mercadorias e Futuros) , em São Paulo, o banco belgo-holandês Fortis comprou os 808.450 créditos ofertados pela Prefeitura de São Paulo, referente ao projeto da Central Térmica a Gás do Aterro Sanitário Municipal Bandeirantes pelo qual pagou 16,20 Euros por cada crédito (cada tonelada). Esses créditos de carbono podem ser usados pelo banco tanto para cumprir eventuais metas de redução de emissão de gases de efeito estufa como para vender no mercado internacional, principalmente o europeu, onde seu preço já ultrapassa os 20 euros.
O Protocolo de Kyoto - 1997
Segundo o acordo firmado pelos governos dos países membros da Organização das Nações Unidas - ONU, quando assinaram o Protocolo de Kyoto em 1997os países desenvolvidos e responsáveis por 80% da poluição mundial se comprometeram a reduzir a emissão de gases do efeito estufa (GEE) entre os anos de 2002 a 2012 em relação aos níveis de emissão da década de 1990.
O Protocolo de Kyoto e os Créditos de Carbono
Para alguns dos países desenvolvidos, reduzir a emissão de gases do efeito estufa pode significar alterações profundas colocando em riscos suas economias. É justamente para evitar essa possibilidade causar efeitos na economia dos países desenvolvidos que foi criado pelo Protocolo de Kyoto um sistema chamado de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo - MDL, inserido neste os créditos de carbono.
Créditos de Carbono - como funciona
De acordo com regras estabelecidas pelo Protocolo de Kyoto, países desenvolvidos com metas de redução das emissões de dióxido de carbono podem investir em projetos que diminuam as emissões em qualquer outro país e contabilizarem as emissões não realizadas em sua cota. Empresas que não tem licenças suficientes para cobrir suas emissões de gases do efeito estufa - GEE devem fazer reduções ou então comprar créditos de carbono excedentes de outras corporações.
Exemplo Prático - Aterro Bandeirantes
Aterro Bandeirantes em São Paulo, é considerado um dos maiores depósitos de lixo do mundo, recebendo cerca de 7 mil toneladas de lixo gerado pela cidade de São Paulo, isto é a metade do que a cidade produz. Neste local os gases produzidos, originários da decomposição de matéria orgânica eram queimados em drenos verticais e lançados na atmosfera. Para evitar a queima sem controle e o lançamanto toneladas de poluentes para a atmosfera e contribuindo para a redução da emissão de gases do efeito estufa - GEE, foi desenvolvido o projeto de construção de uma Central Térmica a Gás do Aterro Sanitário municipal Bandeirantes.
O projeto
Consistiu na implantação de uma unidade de produção de energia limpa, a partir do aproveitamento adequado do gás metano gerado pelo lixo, a técnica consiste em converter o metano gerado pelo lixo, em gás carbônico - CO2, com a queima controlada do metano - CH4 e aproveitando para gerar energia. Embora haja emissão de CO2, o ganho é explicado de o metano ter um poder de poluição 21 vezes maior que o gás carbônico. Significando que a conversão de uma substância em outra gera créditos de carbono.
Os Créditos de Carbono - Entendendo
Essa redução de gases da Usina do Aterro Bandeirantes é convertido em Créditos de Carbono, onde cada crédito equivale a uma tonelada do gás, com valor de mercado atual entre 12 a 18 Euros, variando de acordo com a cotação internacional, passa a ser um certificado para venda similar ao mercado de ações.
O Primeiro Leilão
Dia 26 de setembro de 2007 foi realizado o primeiro leilão de carbono no Brasil e na América Latina, o evento aconteceu na BM&F (Bolsa de Mercadorias e Futuros) , em São Paulo, o banco belgo-holandês Fortis comprou os 808.450 créditos ofertados pela Prefeitura de São Paulo, referente ao projeto da Central Térmica a Gás do Aterro Sanitário Municipal Bandeirantes pelo qual pagou 16,20 Euros por cada crédito (cada tonelada). Esses créditos de carbono podem ser usados pelo banco tanto para cumprir eventuais metas de redução de emissão de gases de efeito estufa como para vender no mercado internacional, principalmente o europeu, onde seu preço já ultrapassa os 20 euros.
sexta-feira, 16 de março de 2012
Questões de vestibular - 2º anos
01.Sobre a organização política do Brasil, julgue as questões abaixo:
( ) O nome oficial do Brasil é República Federativa do Brasil.
( ) O Brasil possui 27 estados, que dotam de certa autonomia nos campos jurídicos, econômicos e políticos.Essa autonomia é condicionada a leis e normas federais.
( ) Por ser sede do poder federal, Brasília recebe grandes verbas da união, verbas essas que são repassadas para a educação, saúde, obras, ou seja, tanto o governo federal quanto a União são responsáveis pela administração de Brasília.
( ) O Brasil é o maior país da América do Sul e faz fronteira com todos os países que compõem essa porção do continente.
02.A organização espacial , assim como a sociedade brasileira, reflete marcas profundas decorrentes do processo de colonização, daí observar que:
a.As densidades demográficas, no litoral, são tão grandes quanto à do interior.
b.A maioria das regiões metropolitanas se localiza na fachada atlântica.
c.A economia brasileira sempre se manteve independente dos centros mundiais do capitalismo.
d.Os solos mais férteis são utilizados para a produção de alimentos para a população e não de gêneros para a exportação.
e.O surgimento de “ilhas” de povoamento foi verificado no litoral, em função da ocorrência de recursos minerais que lá existiam.
03.A divisão do território brasileiro em três grandes complexos regionais – Amazônia, Centro-Sul e Nordeste – tem a vantagem de caracterizar:
a.a Amazônia, com seus recursos explorados a partir de um planejamento global do Estado.
b.o Nordeste , como um pólo de atração demográfica, em decorrência do turismo.
c.o Centro-Sul, como região socioeconômica de poucos contrastes internos.
d.A homogeneidade econômica no interior de cada complexo.
e.A espacialidade do processo socioeconômico, considerando a formação histórica de cada complexo.
( ) O nome oficial do Brasil é República Federativa do Brasil.
( ) O Brasil possui 27 estados, que dotam de certa autonomia nos campos jurídicos, econômicos e políticos.Essa autonomia é condicionada a leis e normas federais.
( ) Por ser sede do poder federal, Brasília recebe grandes verbas da união, verbas essas que são repassadas para a educação, saúde, obras, ou seja, tanto o governo federal quanto a União são responsáveis pela administração de Brasília.
( ) O Brasil é o maior país da América do Sul e faz fronteira com todos os países que compõem essa porção do continente.
02.A organização espacial , assim como a sociedade brasileira, reflete marcas profundas decorrentes do processo de colonização, daí observar que:
a.As densidades demográficas, no litoral, são tão grandes quanto à do interior.
b.A maioria das regiões metropolitanas se localiza na fachada atlântica.
c.A economia brasileira sempre se manteve independente dos centros mundiais do capitalismo.
d.Os solos mais férteis são utilizados para a produção de alimentos para a população e não de gêneros para a exportação.
e.O surgimento de “ilhas” de povoamento foi verificado no litoral, em função da ocorrência de recursos minerais que lá existiam.
03.A divisão do território brasileiro em três grandes complexos regionais – Amazônia, Centro-Sul e Nordeste – tem a vantagem de caracterizar:
a.a Amazônia, com seus recursos explorados a partir de um planejamento global do Estado.
b.o Nordeste , como um pólo de atração demográfica, em decorrência do turismo.
c.o Centro-Sul, como região socioeconômica de poucos contrastes internos.
d.A homogeneidade econômica no interior de cada complexo.
e.A espacialidade do processo socioeconômico, considerando a formação histórica de cada complexo.
quinta-feira, 1 de março de 2012
Questões sobre as correntes econômicas - 3º anos A ao D
01. Um mercantilista inglês escreveu: "Os meios ordinários para aumentar nossa riqueza e tesouro são pelo comércio exterior", para o que devemos obedecer sempre a esta regra:vender mais aos estrangeiros em valor do que consumimos deles.
(Thommas Mun , 1664)
a. O autor desse fragmento exprime um princípio essencial da política mercantilista. Era através dele que os mercantilistas explicavam a origem da riqueza dos estados. Que princípio era esse?
b. Por que as áreas coloniais da América foram fundamentais para a satisfação desse princípio mercantilista?
02. A descoberta da América insere-se no contexto do mercantilismo europeu. Os elementos utilizados para garantir a acumulação primitiva de capital na Europa, nesse período,fundamentavam-se nas seguintes estratégias políticas e econômicas:
a. protecionismo e livre mercado
b. colonialismo e livre mercado
c. industrialismo e liberalismo
d. colonialismo e protecionismo
e. liberalismo e exclusivismo
03. Diferentemente da forma Keynesiana que havia definido o Estado como agente econômico para regulação do mercado e para investimento nas políticas de direitos sociais, agora, o capitalismo dispensa e rejeita a presença estatal não só no mercado, mas também nas políticas sociais, de sorte que a privatização também tornou-se estrutural.
CHAUÍ, Marilena, abr. 1994.
À concepção que, na atualidade, critica o keynesianismo dá-se o nome de:
a) liberalismo clássico.
b) neoliberalismo.
c) socialdemocracia.
d) liberal-socialismo.
e) conservadorismo clássico.
(Thommas Mun , 1664)
a. O autor desse fragmento exprime um princípio essencial da política mercantilista. Era através dele que os mercantilistas explicavam a origem da riqueza dos estados. Que princípio era esse?
b. Por que as áreas coloniais da América foram fundamentais para a satisfação desse princípio mercantilista?
02. A descoberta da América insere-se no contexto do mercantilismo europeu. Os elementos utilizados para garantir a acumulação primitiva de capital na Europa, nesse período,fundamentavam-se nas seguintes estratégias políticas e econômicas:
a. protecionismo e livre mercado
b. colonialismo e livre mercado
c. industrialismo e liberalismo
d. colonialismo e protecionismo
e. liberalismo e exclusivismo
03. Diferentemente da forma Keynesiana que havia definido o Estado como agente econômico para regulação do mercado e para investimento nas políticas de direitos sociais, agora, o capitalismo dispensa e rejeita a presença estatal não só no mercado, mas também nas políticas sociais, de sorte que a privatização também tornou-se estrutural.
CHAUÍ, Marilena, abr. 1994.
À concepção que, na atualidade, critica o keynesianismo dá-se o nome de:
a) liberalismo clássico.
b) neoliberalismo.
c) socialdemocracia.
d) liberal-socialismo.
e) conservadorismo clássico.
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